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Rock In Rio: Sepultura, Alice In Chains E Metallica Instalam O Rock No Festival

sexta-feira, 20 de setembro de 2013| 0
O primeiro dia do metal no Rock in Rio teve de tudo. De zumbi a papa cadavérico. Mas se deu bem quem apostou no som. Sepultura, Alice In Chains e Metallica (na foto), sem firulas, foram os melhores da noite. A banda brasileira tocou acompanhada de um grupo de percussão francês e sacudiu a Cidade do Rock. O pessoal do grunge fez show consistente e curto, e o Metallica novamente mostrou que, ao vivo, é difícil de ser batido. Sebastian Bach, ex-Skid Row, e Ghost, foram as decepções. Sem confusões, também impressionou a organização do evento, corrigindo as falhas ocorridas em 2011.



Do terminal da Alvorada, na Barra da Tijuca, à Cidade do Rock, foram cerca de 40 minutos, contando a espera para entrar no ônibus. Ao chegar, já rolavam os agudos de Sebastian Bach, que parecia um pouco deslocado naquele cenário. Chegou a fazer um pessoal pular com “Monkey Business” e meninas gritarem com “18 and Life” e “I remember you”, mas ficou evidente que não se sustentaria em um palco maior. Era tanto reverb que ficou difícil saber de fato o atual estado do gogó do sujeito, que pareceu castigado pelo tempo. Inevitável uma comparação com Axl Rose, que encerrou o Rock in Rio dois anos atrás. Encerrado o momento “farofa” – com o povo jogando bolinhas infláveis coloridas para o alto no gargarejo do Sunset, para ilustrar a cena -, as atenções se voltaram para o palco principal. E lá, ao contrário do ex-Skid Row, o Sepultura esclareceu porque, em 2011, boa parte dos que assistiram seu show no palco secundário se perguntaram porque aquilo não aconteceu na arena central, na ocasião povoada por porcarias como Gloria.

Em fina sintonia com o Tambours du Bronx, Andreas Kisser comandou a pancadaria que, se teve um defeito, foi o excesso de interrupções, que esfriou um pouco o público em certos momentos. A equalização no início do show também não esteve perfeita – foi corrigida lá pela terceira música – e teve auto-falante reclamando dos graves exagerados em Refuse Resist, que tornaram o som um pouco embolado, abafando os agudos. Nada que tirasse o brilho da apresentação. No palco, a banda foi irrepreensível. Repetiu a maior parte do que tocou em 2011, mas dessa vez com a potência sonora multiplicada, e o resultado foi o conhecido peso dos cabeludos reforçado por uma infantaria de tambores metálicos amplificado por um sistema de som dos mais parrudos.

Houve até espaço para um momento protesto, quando Kisser, antes de iniciar Sepulnation, pediu que todos levantassem os braço direito com o punho cerrado e gritasse: “Muda Brasil!”. O impacto da apresentação dos brasileiros foi tal que o bizarrão Rob Zombie precisou de mais do que a maquiagem macabra dos integrantes da banda – ótima, por sinal – para manter a pressão. Casca-grossa do gênero, Zombie mandou ver sem dó e colocou o povo para balançar cabeça, em clima bem diferente da performance de Bach. Com voz de sobra e peso nas guitarras, os zumbis foram bastantes aplaudidos.

Encerrada a programação do Sunset, nova “procissão” para o palco principal. Um papa macabro conduzia os fiéis a uma viagem por cantorias em latim e sons de igreja misturados a muita distorção. Mas não agradou. Boa parte do público não entrou nem um pouco no ambiente que o Ghost pretendia criar. Com a qualidade da apresentação dos mascarados da última edição – o Slipknot – o teatrinho do Ghost esteve mais para Gasparzinho do que para Poltergeist. Prova disso foi a rejeição do público em resposta a James Hetfield, do Metallica, que disse ter visto o show e perguntou se a plateia gostou, ouvindo um sonoro “não”.

Era então a vez do Alice In Chains. Mesmo com toda a consistência de Jerry Cantrell na guitarra e vocal, e da competência do novo vocalista para levar tanto o trabalho novo quanto os sucessos antigos, alguém apertou demais as correntes da Alice. Terminado o show, de exatamente uma hora de duração, ouvi um sem número de comentários do tipo: “Só isso? Já acabou?”. De fato, um show tão curto para a banda na posição de segunda mais importante do dia na programação foi decepcionante. Só não dá para reclamar do que foi visto nesses sessenta minutos. É notório que o grupo ainda vive dos seus antigos sucessos – somente três músicas saíram dos discos recentes. Euforia mesmo só em “Man in the Box” e “Would”. Mas é uma banda de encher os olhos.

William DuVall não tem a mesma potência de Layne Staley, mas segura a peteca com categoria. Usa de forma eficiente o timbre parecido com a voz original do grupo. Ele não mostrou muita empatia com a plateia, mas circula entre papel de protagonista e coadjuvante, ficando visível que a liderança da turma é de Cantrell. Todos os integrantes são muito competentes, o som é consistente e tem identidade. Por isso a revolta de muitos com a duração do espetáculo.

O Metallica deveria entrar no palco às 00h05, mas o fez meia-hora depois. Algumas vaias foram ouvidas até que a tradicional trilha de Enio Morricone anunciasse o início do show. Prova de foto para Hetfield, Kirk Hammet, Lars Ulrich e Robert Trujillo. O grupo tocara no festival dois anos antes e, para muitos, foi o melhor de toda a programação. Justamente por isso, surgiu outro convite para o retorno em 2013, a terceira apresentação do Metallica no Brasil em quatro anos. Como não soar repetitivo? O mais óbvio, mudanças no setlist.

O encerramento, por exemplo, não mudou de 2011 para cá e o público mais uma vez caiu, ou fingiu cair, na ceninha de Hetfield para ver os fãs implorarem por “Seek and Destroy”. Mas as alterações foram sensíveis e estruturais. Das faixas executadas há dois anos, “Fuel”, “Ride the lightning”, “Orion”, “Fade to black”, “Cyanide”, “All nightmare long”, “Am I evil?” e “Whiplash” ficaram fora. Entraram “Hit the lights”, “Holier than you”, “Harvester of Sorrow”, “Wherever I May Roam”, “The Day That Never Comes”, “And Justice For All…”, “Memory Remains” e “Battery”. Ou seja, substituição de oito músicas de 18, quase metade do setlist foi trocado. Portanto, não dá para dizer que foi o mesmo show. Não foi. E, para o Metallica, este foi ainda melhor. Pelo menos foi o que disse Lars Ulrich.

A abertura, contudo, não se encaixa nessa afirmação. Menos conhecida, “Hit the lights”, primeira música do disco de estreia do Metallica, Kill ‘em All, passou longe de causar efeito similar aos primeiros acordes da nervosa “Creeping Death”, que desta vez ficou para o bis. Na sequência, sem pausa, “Master of Puppets” na íntegra corrigiu a distorção com sobras. Hetfield assumiu a função de comunicador com a mesma competência que mostrou dois anos atrás. Não exagerou nas brincadeiras, fez até mímica e chegou a pagar pela língua. Tentou ser simpático, disse ter assistido ao show do Ghost, e fez a besteira de perguntar para a multidão. Mas nem a sinceridade da massa o deixou sem graça.

- Ainda estão aqui? Se divertiram hoje? Eu vi Ghost, gostaram (a maior parte do público respondeu “não“)? Ah, não! Pobre Ghost! Ficaram com medo? É só uma máscara. Vi também o Alice In Chains, gostaram (desta vez a resposta foi positiva)? Aí veio o Metallica estragar tudo. Somos barulhentos demais e agressivos demais. “Sad But True!” – anunciou Hetfield, para delírio do mar de gente, que pareceu de fato emocionado por estar ali e não parou de elogiar o público. – Vou ao trabalho e vejo isso, vocês. Isso não é trabalho.

Não houve cenário, somente a estrutura de palco idêntica à usada em 2011, com rampas, um andar superior e a bateria de Ulrich na parte da frente do palco. O fundo se tornou um telão gigante, reproduzindo as mesmas imagens das telas nas laterais. Nos solos, mais brincadeiras. Hammet entoou o tema de Star Wars, enquanto Trujillo se divertiu desafinando as cordas do baixo, como já fizera em 2011. Hammet até procurou não seguir à risca os solos originais, alterou vários deles, mas tem sido repetitivo. Aposta demais na velocidade e acaba soando pobre em alguns momentos. Ulrich se mostrou mais concentrado do que há dois anos, quando escorregou no pedal duplo do bumbo na parte raivosa de “One” – outra parte do show idêntica à última apresentação, da pirotecnia aos efeitos sonoros. Um ponto ruim do show foi a introdução da clássica “And Justice for All…”. Inexplicavelmente, o dedilhado inicial veio em forma de playback. A banda entrou quando começou a distorção nas cordas. Pouca gente pareceu se dar conta.

Antes do encerramento com “Seek and Destroy”, Hetfield brincou de mímica, fingindo que devolveria a guitarra sem tocar o sucesso do primeiro álbum da banda. Fez discurso para anunciar a faixa pedida de forma quase unânime.

- Estamos aí há 32 anos e somos headliners do Rock in Rio. Isso é lindo! Essa é dedicada a vocês, amantes da música e da música pesada, a família Metallica. Podem iluminar o público? Querem mais? Vocês tem o Kill`em All? Seek and Destroy!

No fim, o grupo se rendeu ao delírio incondicional dos fãs. Todos os integrantes ficaram no palco por vários minutos, enrolaram o que puderam, pareciam não querer sair dali. Todos também foram ao microfone se despedir. Kirk e Trujillo arremessavam palhetas e outros objetos de recordação, Ulrich fazia o mesmo com baquetas, além de cuspir isotônico, e Hetfield perambulava por todos os cantos do tablado agradecendo à multidão. O baterista cravou que o show desta quinta-feira barrou o de 2011. E Hetfield fechou a noite:

- Rio, você arrebenta! Muito respeito do Metallica!

Fonte: Reduto do Rock

Mike McCready diz que começou a Mad Season para tentar salvar Layne Staley

sexta-feira, 5 de abril de 2013| 0

Mike McCready discutido Mad Season em profundidade em uma nova entrevista com PopMatters. Abaixo estão alguns especialistas em Layne Staley e Kurt Cobain, hoje faz 11 anos que Layne morreu e 19 anos que Kurt cometeu suicídio

Na tentativa de salvar Layne Staley com Mad Season: "Eu era jovem e eu pensei 'Ei, eu posso fazer isso'", diz McCready. "Eu vi Layne espiral para baixo e eu queria que ele tivesse uma vida. Havia uma parte de mim que estava nervoso e eu certamente não iria tentar nada disso agora. Eu tento não ser em torno de esse tipo de gente mais. Mas Layne era um ser humano que queria ajudar ".

"Você apenas tem que continuar acontecendo. Mad Season foi inicialmente um projeto que trouxe a todos para ajudar as pessoas a ficar sóbrio e limpo. Mas eu era ingênuo. Eu pensei, 'Sim, eu posso ajudar os meus amigos! "Tão ingênua como eu era, eu acho que o meu coração estava no lugar certo. Pensei Mad Season seria o antídoto para os problemas de saúde de meu amigo. Em retrospecto, eu percebi que todos tem que descobrir seus próprios problemas por si mesmos. "

Sobre como lidar com mortes Layne e Baker: "Você tem que continuar a ser parte da solução para a sua própria vida. Há outras coisas lá fora do que a morte. E eu acho que é assim que você passar por isso. É estranho para mim falar sobre Layne e Baker, porque não estamos aqui para falar de si. "

"Tenho memórias delas", diz McCready ansiosamente ", e eu gostaria de poder falar com eles e rir com as coisas. Talvez eles seriam os pais, quem sabe. Seria uma coisa completamente diferente. Estou triste, mas ainda feliz que as pessoas foram atraídas para esse registro. "

Com a morte de Kurt Cobain: "Não foi como uma tristeza por aí", diz de final de 1994 e início de 1995, em Seattle. "Você só queria que Kurt ainda estava em torno de estar a fazer música, mas, ao mesmo tempo, se ele não estava funcionando para ele, talvez ele só deveria ter parou de fazer música. É difícil para eu chegar a essa mentalidade, porque naquela época, eu estava feliz por estar vivo. Eu estava animado para simplesmente seguir em frente. "

O meu comentário como GRUNGE e como Blogueiro

O que posso dizer é o seguinte: McCready fez com Layne o mesmo que Dave Grohl tentou  fazer com Kurt Cobain pois a morte sempre trouxe muitas tristezas. McCready do Pearl Jam para salvar Layne Staley e deu muito sucesso mas pena que não durou muito tempo. Eu acredito que tiveram um bom esforço. Após a morte do Kurt, as coisas mudaram e muito no cenário Grunge e surgiu o Mad Season, mas foi uma pena que essa banda não durou muito.

Postei no meu blog Movimento GRUNGE

19 anos sem Kurt Cobain e 11 anos sem Layne Staley

| 0

Layne Staley, vocalista Alice In Chains e do Mad Season faleceu em 5 de abril de 2002 há 11 anos e Kurt Cobain, vocalista e guitarrista do Nirvana cometeu suicídio (pra alguns ele foi morto pela Courtney Love) há 19 anos em 5 de abril de 1994 há 19 anos. RIP Layne e Kurt.



Traduzido por mim mesmo.

Postei no meu blog Movimento GRUNGE

Novo álbum do Alice In Chains será lançado em maio

domingo, 31 de março de 2013| 0
O Alice In Chains revelou a arte de capa e a data de lançamento de seu próximo álbum. 'The Devil Put the Dinosaurs Here' chegará às lojas no dia 28 de maio. O quinto trabalho de estúdio da banda põe fim a uma espera de quatro anos desde 'Black Gives Way to Blue' (2009).

Produzido em Los Angeles por Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Deftones), o material será composto por 12 canções. Em janeiro, Jerry Cantrell (guitarra, vocal), William DuVall (vocal, guitarra), Mike Inez (baixo) e Sean Kinney (bateria) apresentaram o clipe do single de estreia, 'Hollow' – assista abaixo.

Para esta semana, está previsto o lançamento de outra faixa, 'Stone'. Confira o repertório:

01. Hollow
02. Pretty Done
03. Stone
04. Voices
05. The Devil Put Dinosaurs Here
06. Lab Monkey
07. Low Ceiling
08. Breath on a Window
09. Scalpel
10. Phantom Limb
11. Hung on a Hook
12. Choke


Minha opinião pessoal

Infelizmente o Alice In Chains não é mais o mesmo desde 2002 pois Layne Staley era pois ele tinha uma voz muito impactante. As músicas do album 'The Devil Put the Dinosaurs Here' são 100% AIC porém nunca terá a voz do Layne pois ele não está entre nós. Uma das músicas com a voz do Layne é "Man In The Box", "Rooster" e "Would?" onde o atual vocalista William DuVall não consegue chegar ao tom da voz do antigo vocalista do AIC. Acho que o AIC de hoje é mais capitalista e menos GRUNGE e não tem a mesma pegada de 12 anos atrás devido a essa grande perda.

Alice In Chains se apresenta no dia 19/09 no Palco Mundo do evento Rock in Rio



Anexo e Fonte: Kiss FM
Postei no meu blog Movimento GRUNGE

Atrações de PESO no ROCK in Rio 2013

sábado, 17 de novembro de 2012| 0
Metallica


Os integrantes do Metallica voltam aos palcos do Rock in Rio em 2013. Formada em 1981, a banda vencedora de nove prêmios Grammy é integrada por James Hetfield (voz e guitarra), Lars Urich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo), que se juntou em 2003, depois de já ter tocado com Suicidal Tendencies e Ozzy Osbourne.

Metallica é uma das bandas mais influentes e populares de todos os tempos e tocará pela sexta vez no Rock in Rio. Eles sobem ao palco mundo no dia 19 de setembro, noite do festival dedicada ao Metal.

Iron Maiden


Desde que o Iron Maiden estreou nos palcos do Brasil com a turnê World Slavery, na primeira edição do Rock in Rio em 1985, a banda desenvolveu uma longa relação de afeto com os fãs brasileiros e da América Latina. Outro momento histórico foi quando o grupo participou do Rock in Rio 2001, apresentando-se para 200 mil fãs, pouco depois de Bruce Dickinson e Adrian Smith retornarem ao Maiden para o inovador álbum Brave New World. O vídeo resultante da apresentação, “Rock in Rio”, chegou ao número um das paradas internacionais e mostrou a inegável paixão que a plateia brasileira tem pela banda e que os músicos têm pelos fãs.

Desde então, o Iron Maiden vem ao Brasil com frequência, levando suas turnês às principais arenas e estádios do país inteiro, de Belém a Porto Alegre, de Recife a Manaus e várias outras cidades, incluindo quatro shows de estádio esgotados em São Paulo, um feito que poucas bandas conseguiram. E agora voltará para se apresentar no dia 22 de setembro no Rock in Rio 2013.

Agora, com a nova turnê, o Iron Maiden recria a Seventh Son Tour, de 1988, tocando vários sucessos do repertório do show lançado em VHS no ano seguinte com o título de “Maiden England”, o mesmo nome do espetáculo atual.

Veja uma amostra do Iron Maiden:




O Rock in Rio tem o prazer de trazer duas bandas de volta ao Brasil: Muse e Alice in Chains.

Ambas serão atrações do Palco Mundo, lugar dos grandes ícones nacionais e internacionais escalados para o festival. Anote na agenda: o show do Alice in Chains no dia 19, mesma data do Metallica. A data do show do Muse será confirmada posteriormente.

Muse

Essa será a primeira vez do Muse na Cidade do Rock, mas não a primeira vez em um Rock in Rio. Os caras tocaram em duas edições portuguesas, e os ingressos evaporaram durante a venda. O mesmo aconteceu em várias cidades durante a turnê europeia da banda.

Não é à toa. São 16 anos de estrada, todos eles muito bem vividos com influências diversas como rock alternativo, clássico e eletrônico, e de caras como Jeff Buckley e Queen.

O álbum mais recente do grupo, “The 2nd Law”, lançado em outubro de 2012, está em primeiro lugar nas paradas de 20 países. A banda está atualmente em turnê pela Europa com sua mais nova produção.

Alice in Chains

Quem for ao show do Alice in Chains irá conferir de perto o novo álbum que será lançado no ano que vem. E se tratando de Alice in Chains, boa coisa vem aí.

Em 15 de setembro de 2009, o Alice in Chains foi catapultado para o nº 1 da parada de Rock da Billboard com “Check my Brain”, considerada pela revista Spin como “uma das canções mais memoráveis da carreira do Alice in Chains”. A faixa, presente no álbum Black Gives Way To Blue, foi a 12ª na carreira da emblemática banda de rock a alcançar o Top 10.  Ainda que seja sempre gratificante chegar ao topo das paradas, o que tornou o feito ainda mais especial foi o fato de que havia mais de 10 anos que o Alice in Chains não lançava um novo trabalho.

A partir daí o Alice in Chains voltou a ser indicado ao Grammy e frequentou os topos das paradas da Billboard com “Your Decision”. Em outras palavras, voltou a ter a força dos tempos de Seattle, quando ao lado do Pearl Jam, Nirvana e Soundgarden transformaram o rock moderno.


Rob Zombie

Rob-ZombieO Rock in Rio 2013 confirmou a presença de Rob Zombie. De acordo com o jornal Destak, o cantor se junta como uma das principais atrações do festival.

Ex-vocalista da banda White Zombie, Rob lançou carreira solo nos anos 1990 e também dirigiu alguns filmes para o cinema, como Halloween - O Início e Halloween II.

Além dos nomes citados, Sepultura, Tambour Du Bronx, Ivan Lins, George Benson e Ben Harper  também estão confirmados no festival. O Rock in Rio será realizado no Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro.

Essas atrações vai ser muito ótimo, mas como eu tinha dito no Blog Movimento Grunge, o ROCK in RIO é patrocinado pela Rede Globo de Televisão e não tenha dúvida da emissora colocar os seus Estercos de Cavalo chamado de Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Carlinhos Brown além de uma atração Internacional Miley Cyrus que é uma Artista Teen da Disney nada a ver com o ROCK. Na edição de 2011 a Globo queria colocar o Restart no dia da apresentação das bandas mais fodas como Slipknot, Motörhead e o próprio Metallica. O Restart só não foi confirmado por causa de manifestantes contra a Banda Teen que para mim é uma poluição sonora e estraga a imagem do ROCK mundial.

Não adianta pois quem manda no ROCK in RIO é a REDE GLOBO de Televisão, que promove o chamado de Lixo Musical como o Axé da Bahia, o Pagode de Favelado e o Funk juntamente com a violência nas grandes metrópoles. Eu não tenho nada contra a GLOBO, mas a emissora tem os seus protegidos estragando esse mega evento que é o ROCK in RIO. Imagine você que comprou o ingresso para ver o Metallica e de repente vê a apresentação do Thiaguinho (isso é um exemplo), isso não somente vai estragar o seu dia mas também vai ver um pagodeiro lixo estragando o dia em que for ver a banda de ROCK dos seus sonhos. As declarações da Ivete Sangalo e da Claudia Leitte foram essas "Rock é um lixo e vamos fazer deste evento um mega Carnaval da Bahia" (em resumo) e isso causou um grande conflito entre os rockeiros que compareceram ao evento.

A Rede Globo sempre colocou seus protegidos desde a primeira edição do evento de ROCK, e está colocando astros internacionais que não é do ROCK, nada contra, mas também é algo que não envolve com o ROCK . Pra mim sempre vai ter essas porcarias que comparecerão no evento estragando algo que poderia ser muito bom.

Em Resumo: A Rede Globo é um meio capitalista (nada contra a economia capitalista) em que quer atrair ao Publico Geral promovendo seus lixos culturais e detonando geral escondendo o verdadeiro patrimônio do ROCK.


Eu até gostaria muito de ir no Lollapalooza Brasil 2013 pra ver o Pearl Jam, mas no Rock in Rio vai ter Alice In Chains e Metallica (duas bandas que amo muito), e não quero ir no evento nem de graça pois eu não quero tirar o dinheiro do meu suor para sustentar os "Protegidos da GLOBO" que vivem falando mau do ROCK. Prefiro ver na televisão no sofá comendo Pizza com Suco do que me sacrificar para viajar pro Rio de Janeiro e pagar um ingresso que vai enriquecer as vacas da Ivete Sangalo, da Claudia Leitte e ainda pior se for o viado do Luan Santana (Nada contra a comunidade gay, mas odeio o Luan Santana)

Eu não vou no ROCK in RIO, mas recomendo que assinem a NET ou a SKY para assistir esse mega evento de Rock pelo canal Multi Show.


Espero que todos gostem deste post e peço a todos que curtam e divulguem em suas redes sociais este post muito importante sobre o Rock In Rio.

O dia "de luto" do grunge: Kurt Cobain morreu há 18 anos, Layne Staley há 10

quinta-feira, 5 de abril de 2012| 0

Kurt Cobain, na opinião de muitos a última grande estrela do rock, morreu há 18 anos. 

A 5 de abril de 1994, aos 27 anos, o vocalista e guitarrista dos Nirvana pôs termo à sua vida com um tiro na cabeça, sendo encontrado na sua casa de Seattle, nos Estados Unidos, três dias depois. 

No último ano, Nevermind , o disco mais marcante e bem sucedido dos Nirvana, foi reeditado; a edição comemorativa dos 20 anos do álbum de "Smells Like Teen Spirit" chegou ao primeiro lugar no top de vendas de numerosos países, incluindo no português. 



Quanto a Layne Staley, dos Alice in Chains, foi vítima de uma overdose a 5 de abril de 2002. O vocalista tinha 34 anos e o seu desaparecimento levou a banda de Dirt a fazer uma paragem prolongada. Com o novo vocalista William DuVall, porém, os Alice in Chains protagonizaram, já nesta década, um regresso bem sucedido aos discos e aos concertos, encontrando-se de momento a preparar o segundo álbum sem Layne Staley. 


Kurt Cobain foi quem revolucionou o GRUNGE com a banda NIRVANA e Layne Staley teve a sua voz marcante cantando no Alice In Chains e Mad Season.

Sem esses dois Grandes Mitos, o Grunge continua Orfão e Eddie Vedder continua na ativa.
Grunge Is Not Dead

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